10 Maio 2010
Universo (Benfiquista) Delirante
E numa hora destas, que palavras podemos usar para expressar aquilo que só um emocionado silêncio traduz?
09 Abril 2010
05 Abril 2010
Do outro lado do espelho...
Para G. (agora e sempre, o outro lado do espelho)
Abri o meu coração e deixei sair tudo aquilo que lá estava fechado... Deixei correr os rios de sangue que, até aqui, tinha conseguido conter... Abri-te o meu coração...
Sem pensar nem medir as palavras (ou talvez por as medir de mais...) falei-te com a sinceridade de um crente... Confessei-me sem medo e assumi os calvários dos meus pensamentos...
Assumi que vivo dividido entre o quotidiano e o outro lado do espelho... Que cada gesto meu, cada passo, cada pensamento, tem no espelho o seu reflexo... Que cada decisão, agora, é pensada e pesada como se não houvesse amanhã...
Nada fiz para merecer isto... Acredita, nada fiz... Mas nada fiz para merecer que tudo acabe e que a tua luz se apague no meu peito...
Convencionei ser um ser normal, com forças e fraquezas, com vitórias e derrotas... Convencionei viver a minha existência orientado pelas regras que julguei serem as mais acertadas... Agora já nem sei...
Fecho os olhos, respiro fundo, e vou debitando no meu caderno de desabafos este rol de pensamentos... E rezando para que continues, agora e sempre, no outro lado do espelho...
Abri o meu coração e deixei sair tudo aquilo que lá estava fechado... Deixei correr os rios de sangue que, até aqui, tinha conseguido conter... Abri-te o meu coração...
Sem pensar nem medir as palavras (ou talvez por as medir de mais...) falei-te com a sinceridade de um crente... Confessei-me sem medo e assumi os calvários dos meus pensamentos...
Assumi que vivo dividido entre o quotidiano e o outro lado do espelho... Que cada gesto meu, cada passo, cada pensamento, tem no espelho o seu reflexo... Que cada decisão, agora, é pensada e pesada como se não houvesse amanhã...
Nada fiz para merecer isto... Acredita, nada fiz... Mas nada fiz para merecer que tudo acabe e que a tua luz se apague no meu peito...
Convencionei ser um ser normal, com forças e fraquezas, com vitórias e derrotas... Convencionei viver a minha existência orientado pelas regras que julguei serem as mais acertadas... Agora já nem sei...
Fecho os olhos, respiro fundo, e vou debitando no meu caderno de desabafos este rol de pensamentos... E rezando para que continues, agora e sempre, no outro lado do espelho...
22 Fevereiro 2010
Dá-me um abraço...
"Dá-me um abraço - disseste-me - tenho frio e preciso que me aqueças..."
Olhei-te nos olhos, sorri-te e envolvi o teu corpo nos meus braços, sentindo a tua pele contra a minha... O teu corpo transpirava calor e pensei que eras tu que me aquecias...
Deixei o perfume dos teus cabelos invadir os meus sentidos e queimar-me a alma, marcando as minhas memórias de ti, como um lume que arde e não se vê.
O teu corpo, envolvido pelos meus braços, repousou então em paz, tranquilo, sem mácula e sem culpa...
"Dá-me um abraço" - disseste-me... Ou fui eu que imaginei as tuas palavras, como música nos meus ouvidos?
Olhei-te nos olhos, sorri-te e envolvi o teu corpo nos meus braços, sentindo a tua pele contra a minha... O teu corpo transpirava calor e pensei que eras tu que me aquecias...
Deixei o perfume dos teus cabelos invadir os meus sentidos e queimar-me a alma, marcando as minhas memórias de ti, como um lume que arde e não se vê.
O teu corpo, envolvido pelos meus braços, repousou então em paz, tranquilo, sem mácula e sem culpa...
"Dá-me um abraço" - disseste-me... Ou fui eu que imaginei as tuas palavras, como música nos meus ouvidos?
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